Era uma vez uma história que não deveria começar assim. Não é mais um conto de fadas, não é sobre uma princesa, e muito menos sobre uma pobre menina completamente boazinha e que fica presa em seu quarto. Nessa história não existe príncipes, carruagens, tranças, bruxas. É tudo muito real. Acontece com todos. Uma decepção, um sofrimento, um amor. Ela era divertida as vezes muito tímida. Com todos simpática. Possuía um sorriso lindo, uma face adorável, um corpo razoável. Ela adorava sonhar, e por incrível que pareça ela era inteira. Ela cantava, dançava, saia, conversava, não se apaixonava, não chorava. Vivia para si. Como todos, chegou um dia que ela provou da paixão. Inexperiente, adorando essa nova ideia, acreditando no seu final feliz, se entregou.. E depois ? E agora ? Bom.. Dentro dela se formou um furacão se chamado amor e quando resolveu ir embora deixou para trás tudo devastado. Não foi nada de príncipe, nada de sapos. Era um homem, aqueles que você vê todos os dias. Ele dizia amar, respeitar, prometia coisas impossíveis mais se julgava capaz de realiza-las. Ela experimentou do amor, conviveu com a dor, tolerou falsidade, superou desavenças, e continua com a vida. Hoje tem a certeza de que não se tem tudo pra sempre. E aquela garota que nasceu para o mundo hoje vive em seu quarto com medo de si e de todos lá fora.
Bjos até a próxima
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Minha Insônia é você !
“Há muito tempo eu não perdia uma noite por causa de alguém. Talvez tenha sido a pior noite da minha vida depois que te conheci. Engraçado, porque todas às noites eu vou dormir com você na cabeça, mas dessa vez foi diferente. Foi diferente porque ontem eu não senti saudade como o de costume, era só tristeza mesmo.
O que eu sentia era uma imensa vontade de por um ponto final nessa nossa história sem começo. Mas, ao mesmo tempo eu queria acreditar que você era diferente, porque eu sempre tive esperança em você, sempre achei que você iria me fazer ver o mundo com outros olhos. Fiquei durante muito tempo pensando numa maneira certa de agir, foi aí que decidi esquecer essa porra de quase-amor que eu sinto por você.
E era isso que mais doía, o quase-amor, porque no fundo eu queria que fosse amor. Mesmo assim, insisti em colocar um ponto final. Jurei pra mim mesmo que ontem à noite seria última vez que eu iria olhar suas fotos e ouvir a nossa música, apaguei suas mensagens, exclui suas fotos, joguei fora tudo que me lembrava você. Bateu o desespero e chorei igual uma pré-adolescente quando leva seu primeiro fora. Chorei até dormir e acordei lembrando que havia sonhado com você.
Agora nem dormir em paz eu posso mais, ver você se tornou uma questão de fechar os olhos. Não chorei mais, em compensação quebrei meu juramento assim que saí da cama, fui correndo ver suas fotos e jurei de novo que seria a última vez.
Fiquei triste o dia inteiro, aí você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo. Droga, você também não me ajuda. Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas acaba comigo. Mas, decidi que preciso te esquecer.
Só que eu acabo lembrando, de como você é lindo quando ta comigo, do seu sorriso, dos seus olhos fixados nos meus, das suas mãos nervosas no meu corpo, de como é bom dormir com você e sentir sua boca na minha enquanto a gente “tenta” dormir. Talvez essa é a parte que mais me dói, ter que esquecer tudo isso. Ou talvez, o que mais me dói é ter fantasiado a nossa relação porque você me deu espaço pra isso. Durante muito tempo eu esperei por você, mas infelizmente, eu não moro em um castelo e muito menos sou uma princesa, pra ficar procurando em você um príncipe pro meu conto de fadas. A não ser que você construa um castelo e me peça pra ficar e nunca mais desistir de você.”
O que eu sentia era uma imensa vontade de por um ponto final nessa nossa história sem começo. Mas, ao mesmo tempo eu queria acreditar que você era diferente, porque eu sempre tive esperança em você, sempre achei que você iria me fazer ver o mundo com outros olhos. Fiquei durante muito tempo pensando numa maneira certa de agir, foi aí que decidi esquecer essa porra de quase-amor que eu sinto por você.
E era isso que mais doía, o quase-amor, porque no fundo eu queria que fosse amor. Mesmo assim, insisti em colocar um ponto final. Jurei pra mim mesmo que ontem à noite seria última vez que eu iria olhar suas fotos e ouvir a nossa música, apaguei suas mensagens, exclui suas fotos, joguei fora tudo que me lembrava você. Bateu o desespero e chorei igual uma pré-adolescente quando leva seu primeiro fora. Chorei até dormir e acordei lembrando que havia sonhado com você.
Agora nem dormir em paz eu posso mais, ver você se tornou uma questão de fechar os olhos. Não chorei mais, em compensação quebrei meu juramento assim que saí da cama, fui correndo ver suas fotos e jurei de novo que seria a última vez.
Fiquei triste o dia inteiro, aí você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo. Droga, você também não me ajuda. Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas acaba comigo. Mas, decidi que preciso te esquecer.
Só que eu acabo lembrando, de como você é lindo quando ta comigo, do seu sorriso, dos seus olhos fixados nos meus, das suas mãos nervosas no meu corpo, de como é bom dormir com você e sentir sua boca na minha enquanto a gente “tenta” dormir. Talvez essa é a parte que mais me dói, ter que esquecer tudo isso. Ou talvez, o que mais me dói é ter fantasiado a nossa relação porque você me deu espaço pra isso. Durante muito tempo eu esperei por você, mas infelizmente, eu não moro em um castelo e muito menos sou uma princesa, pra ficar procurando em você um príncipe pro meu conto de fadas. A não ser que você construa um castelo e me peça pra ficar e nunca mais desistir de você.”
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Que Correria
Olá pessoal i ai como estão ???Bom fim de ano chegando, provas, trabalho, amigos, vida social , amor.......vira tudo um turbilhão de coisas que acabam não virando nada. Na verdade minha vidinha esta bem assim ultimamente muita coisa pra ser feita, falada..... mais poucas de fatos se realizam.
Bom o post de hje é pra dize que Sim estou sumida e Sim estou devendo muita coisa pra vocês, mais como disse a correria anda tomando conta de mim e os tempos ociosos, eu acabo por não fazer absolutamente nada. "E como não fazer nada as vezes é bem né rsrsrsrs" .
Mais cá estou prometendo mais uma vez que nessas ferias me empenharei mais nesse espaço e trarei coisas bastante interessantes que ja estou providenciando. Então aguardem só mais uma semaninha, e eu garanto meus queridos que vocês não se arrependerão.
Ta combinado ?
Então fiquem com Deus e não desistam aqui do Insônia rsrsrs
Bjoos e até a proxima !
domingo, 21 de outubro de 2012
Top 5 comerciais de tv
Olá pessoal quanto tempo hein ! Quanta falta que eu estava sentido de vocês mais é que a falta de tempo e a preguiça tomaram conta de mim nesses últimos meses , a faculdade então nem me falem.
Mais hoje voltei pra falar daquilo que me deixa mais feliz que é uma boa gargalhada e uma risada longa.
Então trago-lhes um top 5 dos videos de comerciais televisivos que mais me fizeram cair na rizada nesses últimos tempos:
Quem não caiu na rizada quando viu pela primeira vez esse comercial, eu simplesmente achei genial e ri litros.
Mais hoje voltei pra falar daquilo que me deixa mais feliz que é uma boa gargalhada e uma risada longa.
Então trago-lhes um top 5 dos videos de comerciais televisivos que mais me fizeram cair na rizada nesses últimos tempos:
Quem não caiu na rizada quando viu pela primeira vez esse comercial, eu simplesmente achei genial e ri litros.
Ahhh esse "É TIPO NET" virou moda e é preferencia nacional
"não é tão bom mais é tipo net" sempre caio na gargalhada
Esse é top ri muito e achei extremamente criativo
Fora a comédia muito bem feita , me diverti muito
Essa eu ri por horas apesar de não ser nacional é chorante de mais
adorei horrores
Pra mim sem duvidas essa é a mais inteligente e bem feita e minha predileta toda vez que eu vejo além de cantar e fazer a dancinha eu racho de rir por um bom tempo.
Bom galera esses foram os videos e em breve eu volto com mais post's pra vcs.
Bjosss da BiH
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Ele nunca te mereceu
Pare, menina, pare!
Drama nunca foi coisa de nos conduzir a lado absolutamente nenhum. Olhe só: ele era só um cara, um idiota quebra-corações. Para quê tanta importância assim? Dê-se ao valor,moça. Mulher nunca precisou de rapaz para se auto-cuidar. Mulher é muito mais que isso: mulher é independente, forte, poderosa. Mulher é tudo o que você é, tudo o que você ainda não descobriu que possui. Mas uma coisa eu te garanto: você é mulher. Daquelas rixas, bem fortes. Você não precisa dele. Se convença disso:vocênãoprecisadele. Encaixota esse amor e chuta ele para bem longe. Com tanto moço bom por aí, você tinha logo de olhar para aquele, não é mesmo? Então vá, agora é hora de aprender a desviar esse olhar para outro que realmente o mereça. Ei, você se lembra? “Nada é superior ao meu salto, ao meu baton e muito menos ao meu rimel.” Nada. nada. NADA. Porque ele? Ele é daqueles que tua mãe te avisa, te dá na cabeça umas mil vezes e no final acaba sempre dizendo: “Pau que nasce torto,tarde ou nunca se endireita.”. E não, rapariga, você não morreu, sua vida não acaba aqui e ele não era o ar que você respirava… Você se livrou de coisas sem valor, para ter a chance de remodelar seu coração. Algumas coisas simplesmente nós temos que deixar ir e, sem darmos conta, a grande felicidade que nos foi destinada chega, tomando lugar no nosso coração. E talvez tenha sido isso que aconteceu, moça: algo muito melhor tomou lugar no seu coração, só você ainda não conseguiu enxergar o quê. Mas uma coisa eu te garanto: que tomou, tomou, pois nada se vai em vão.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A Morte!
A morte é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário.
Tem planos para semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório...
Colocar gasolina no carro e no meio da tarde...
MORRE.
Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu?
O livro que ficou pela metade?
O telefonema que você prometeu dar a tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER...
A troco de que?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviram para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente.
Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego. Mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de duvidas quanto à profissão escolhida...
Mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outro, tudo isso termina...
Numa colisão na freeway...
Numa artéria entupida...
Num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis...
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas...
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas...
A apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você que dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manha.
Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito...
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem vindo...
Já não há muito mesmo a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo?
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...
Perdoe...
Sempre!!
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário.
Tem planos para semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório...
Colocar gasolina no carro e no meio da tarde...
MORRE.
Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu?
O livro que ficou pela metade?
O telefonema que você prometeu dar a tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER...
A troco de que?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviram para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente.
Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego. Mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de duvidas quanto à profissão escolhida...
Mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outro, tudo isso termina...
Numa colisão na freeway...
Numa artéria entupida...
Num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis...
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas...
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas...
A apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você que dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manha.
Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito...
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem vindo...
Já não há muito mesmo a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo?
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...
Perdoe...
Sempre!!
sábado, 7 de abril de 2012
Ontem Chorei.
“Ontem, eu chorei. Voltei para casa, fui para o meu quarto, sentei na beira da cama, chutei os sapatos, desabotoei o sutiã e caí no choro. Quero que vocês saibam que eu chorei até meu nariz escorrer molhando a blusa de seda que comprei na liquidação. Chorei a até minha cabeça doer tanto, que eu mal via a pilha de lenços de papel no chão aos meus pés.
Quero que vocês saibam que ontem eu chorei pra valer. Ontem, eu chorei por todos os dias em que estive ocupada demais, ou cansada demais, ou com raiva demais para chorar. Chorei por todos os dias, por todas as formas e por todas as vezes que desonrei, desrespeitei e desliguei meu Eu de mim mesma. Mas meu Eu se refletiu de volta para mim quando os outros fizeram comigo as mesmas coisas que eu já fizera comigo mesma. Chorei por todas as coisas que me foram roubadas; por todas as coisas que eu pedi e que não consegui receber; por todas as coisas que, depois de conquistar, eu dei a outras pessoas em circunstâncias que me deixaram vazias, gasta e exaurida.
Quero que vocês saibam que ontem eu chorei pra valer. Ontem, eu chorei por todos os dias em que estive ocupada demais, ou cansada demais, ou com raiva demais para chorar. Chorei por todos os dias, por todas as formas e por todas as vezes que desonrei, desrespeitei e desliguei meu Eu de mim mesma. Mas meu Eu se refletiu de volta para mim quando os outros fizeram comigo as mesmas coisas que eu já fizera comigo mesma. Chorei por todas as coisas que me foram roubadas; por todas as coisas que eu pedi e que não consegui receber; por todas as coisas que, depois de conquistar, eu dei a outras pessoas em circunstâncias que me deixaram vazias, gasta e exaurida. Chorei porque realmente chega um momento em que a única coisa que nos resta é chorar. Ontem, eu chorei. Chorei porque meninos pequenos são abandonados pelos pais; e as meninas são esquecidas pelas mães; os pais não sabem o que fazer e por isso vão embora; as mães são abandonadas e ficam com raiva. Chorei porque eu tive um menininho, e porque eu ainda era uma menina pequena, e porque eu era uma mãe que não sabia o que fazer, e porque eu queria tanto que meu pai estivesse comigo, que chegava a doer.
Ontem, eu chorei. Chorei porque feri alguém. Chorei porque fui ferida. Chorei porque a ferida não tem para onde ir senão até o mais fundo da dor que a causou, e quando chega lá a dor acorda você. Chorei porque era tarde demais. Chorei porque tinha chegado a hora. Chorei porque minha alma sabia que eu não sabia que minha alma sabia tudo o que eu precisava saber. Chorei um choro espiritual ontem, e esse choro me fez muito bem. E me fez muito, muito mal.
Em meio ao meu choro, senti minha liberdade vindo, porque ontem, eu chorei sobre cada momento da minha vida.”
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